#Clássicos do Cordel – 4ª ed: “Marreta da carestia “

(…) Sou eu mesmo a marreteira
Que marreto todo dia
No Brasil de canto a canto
Principalmente a Bahia
Quero saber qual é meu nome?
O meu nome é CARESTIA

Não respeito lei nenhuma
Minha arte é marretar
Protejo quem vai vender
Marreto quem vai comprar
Pois comigo é na marreta
Ninguém pode empatar
O meu braço é muito forte
Pesa mais do que carreta
Eu defendo quem é forte
Quem for fraco se derreta
Só deixo vender a carne
É na base da marreta
O toucinho quem for comprar
Eu fico logo de lado
Do vendedor ensinando
Que tome muito cuidado
Porque aquele freguês
Tem que sair marretado
Minelvino Francisco Silva

Para ler este Cordel completo, Clique aqui.

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