Narrativas de Enigma

Quem já ouviu falar sobre as Narrativas de Enigma? Ainda não? Pois saiba que o enigma é um dos tipos de narrativa mais populares, e pode ser a chave para que sua redação prenda o leitor. Em primeiro momento, é importante saber que existe vários elementos neste gêneros, dentro eles as fábulas e crônicas. O mistério de um crime a ser desvendado é um dos modelos mais bem sucedidos de enigma. 
Há diversas maneiras de se trabalhar com estas narrativas em sala de aula, mas para aqueles que gostam de leituras diárias também está valendo, logo que são textos breves e de natureza investigativa aonde o leitor se concentra em encontrar uma resposta para o final do texto.
A narrativa de enigma tem como personagens o criminoso, a vítima, os suspeitos, o detetive;
A linguagem sempre apresenta adjetivos e locuções adjetivas auxiliam na caracterização do ambiente sombrio. Muitas vezes podemos perceber isto logo no título, ou nos enunciados dentro dos textos. Veja:
  • homem de ferro,
  • grito de agonia,
  • novo som,
  • grito mais alto,
  • grito muito mais perto,
  • último grito desesperado,
  • noite silenciosa,
  • troar sussurrado,
  • grito desesperado,
  • murmúrio baixo e constante do mar,
  • pancada forte e ensurdecedora,
  • noite sem vento.
Por fim, e não menos importante, temos Agatha Christie que é chamada de “a rainha do crime”, Agatha Christie foi autora de cerca de 84 romances policiais, escritos ao longo de meio século. Foi a criadora do famoso detetive Hercule Poirot e de Miss Marple, simpática velhinha inglesa, perspicaz na observação de detalhes da conduta humana.
Sendo assim, podemos dizer que a narrativa de enigma tem um único detetive, uma vítima e um culpado. O culpado não deve ser o detetive, nem alguém muito óbvio para o leitor: a governanta, a camareira, o mordomo também são um dos personagens que estão sempre presentes nas narrativas. Não há desenvolvimento de romances ou paixões; não há aprofundamento na descrição psicológica, apenas o suficiente para o leitor compreender a mentalidade do criminoso e, principalmente, nada pode ser explicado pelo acaso ou pelo sobrenatural. Tudo é explicado de modo racional ao leitor.

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