#Resenha Crítica – A ERA GLOBAL QUE ATINGIU O REGINALISMO E O NACIONALISMO NOS CONTINENTES

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Na
leitura de A Era do Globalismo, vemos como o autor denota o processo da
formação de vários sistemas econômicos regionais, dentre estas, as economias
nacionais que assumem um papel integrador, que como ele mesmo diz, visa ampliar
e criar inúmeras condições para uma organização e desenvolvimento de atividades
produtivas. A globalização por sua vez, insere um processo no qual juntamente
com o regionalismo assume o papel de o
ponto positivo
para a recriação da nação. Sendo assim, tomamos como o
Globalismo indo contra o nacionalismo, no mesmo ponto que também estimula o
regionalismo.
Partindo
deste contraponto, a existência do capitalismo global age para desenvolver os
vários subsistemas econômicos regionais. Porém, assim como a política e
cultura, o nacionalismo, regionalismo e globalismo provocam mudanças e
distorções como abrindo novos horizontes. E ao citar a função de projetos de
integração regional, o autor relata como elas dinamizavam o remanejavam as
forças produtivas, partindo dos moldes capitalistas. Como tais subsistemas
econômicos começaram a desenvolver-se ao final da Segunda Guerra Mundial, aonde
se iniciaram as operações de diplomacia que tomaram conta da Guerra Fria,
fazendo então com que os Estados Unidos minimizassem a revolução social e
expandisse o capitalismo, ocasionando em um incentivo a um plano econômico
estatal. Logo então é falado a respeito do Plano Marshall de 1947, e como foi que
ele funcionou para viabilizar a recuperação econômica e social dos países da
Europa, assim, obteve um caráter de primeiro projeto de integração regional.
Após isso, com o surgimento de organizações como: OTAN, CEI, ASEAN, APEC, NAFTA
e MERCOSUL, aonde a maioria é baseada na união de países de um continente com
propostas de mercado (economias) comuns, desenvolvendo atividades econômicas
que venham a possibilitar um favorecimento na expansão de negociar
empreendimentos e alianças.
O
autor aborda além dessas questões da globalização, mas também a corrente imagem
que ela gera para a inclusão de um país no maior patamar da economia mundial. E
ainda que, em virtude do contexto surgem assim, manifestações como: localismo,
nacionalismo, racismo e etc., que são novas manifestações originadas da crise
do estado-nação, que por sua vez, decorre da globalização. Sendo assim, está é
uma das grandes ideias que ele apresenta e que nos mostra como se criam dilemas
partindo de aspectos expressos nessa problemática, assim como ele mesmo explica
– raça, povo, nação; religião e política; democracia política e democracia
política e social; migração, xenofobia, etnicismo e racismo; capitalismo e
socialismo – são o complexo da dinâmica que habita as nações, tanto as
desenvolvidas pela globalização, como e principalmente, as que são chamadas de terceiro mundo.
O
texto conta com um enunciado informativo e que muito influencia no conhecimento
de mundo com relação às questões globais, tão superlativas à compreensão de nós
acadêmicos, sendo indicado também a leitores que desejam estar a par do
desencadeamento que a globalização mundial trouxe desde meados do século XX.
Referências
Ianni, Octavio, 1926- A era do globalismo / Octavio Ianni. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996. 342p.

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